Reserva de Felicidade no Parque do Cocó

Psicóloga e sexóloga Zenilce Bruno lança o livro Reserva de Felicidade em evento no Parque do Cocó. Obra reúne textos publicados no O POVO.

O gosto pela literatura surgiu naturalmente. Já que sempre gostou de ler, falar e escutar, começar a escrever seria uma questão de tempo. A psicóloga e sexóloga Zenilce Bruno, percebeu que era importante externar seu conhecimento profissional e pessoal, para que mais pessoas pudessem usufruir dessas experiências. Reserva de Felicidade, segundo livro da autora, é uma coletânea de artigos publicados no O POVO, e fala sobre temas subjetivos como a paixão, o doer, o viver e a poética. 

A proposta da obra — publicada pela editora Armazém da Cultura — é penetrar nas curvas das questões psíquicas, além de esclarecer os mecanismos mentais e fazer um brinde à vida e a capacidade de amar. Por ser uma obra de reflexão de maturidade, Zenilce Bruno acredita que este é um livro para “ter” na cabeceira da cama, e que “deve ser lido meditando e buscando a sua aplicação no cotidiano das nossas vidas”, comenta a sexóloga, que escreve mensalmente, aos domingos, na página de Opinião do O POVO.
Mas o que é a tal reserva de felicidade? A escritora define essa reserva como o ato de “aproveitar as oportunidades de sermos felizes e de não conter as emoções”. Ela acredita que as pessoas são capazes de se relacionar com o mundo e extrair dele a “alegria dos momentos de encantamento” quando se permitem aprofundar “lenta e saborosamente nas delícias que esse mundo volátil” oferece, principalmente nas coisas simples que nutrem, nas grandes e pequenas alegrias do amor, uma sabedoria de convívio e “bem-estar íntimo vivenciado com amigos, familiares e amores”.

O novo livro segue a mesma linha do primeiro, lançado em 2013, Patrimônio Afetivo. Os assuntos abrangem os diversos tipos de público, porque é direcionado a “todos aqueles que querem descobrir um pouco mais de si”, comenta a autora. A obra, segundo Zenilce, reflete a visão de psicóloga e sexóloga que ela possui, pois “desperta” o que cada pessoa tem dentro de si, mas que por vezes, esquecem. Os escritos ressaltam o “desinteresse doutrinário”, que obtém atenção por desprendimento e amor. “É uma leitura que convida ir sempre em frente, deixando um espaço aberto para o preenchimento do leitor”, reflete.

A espontaneidade atrelada à natureza alegre de uma família unida, que tem o projeto de ser feliz, é a reserva de felicidade de Zenilce. Ela comenta que escreve o que realmente pensa, a fim de estimular uma conversa “íntima” que leve a reflexão. O lançamento em um fim de tarde no Parque do Cocó proporcionou o que a escritora acredita ser “o momento perfeito” para aproximar, comemorar e compartilhar a reserva de felicidade, em um “grande” encontro entre amigos.


Fonte: OPOVO


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